30 de maio de 2026
Quando a confusão é muita,
a única forma de encontrarmos um caminho ou uma saída é simplificar.
Votar é como escolher um
empregado, um funcionário, um gerente. Simples assim.
Política é serviço —
não competição de quem grita mais alto.
Eu quero e preciso de uma
pessoa que queira fazer um serviço direito — sem gritar, sem xingar, sem fazer
brincadeira com coisa séria na hora do trabalho. Uma pessoa que fale de forma
educada e respeitosa. Que se preocupe em saber como está meu negócio, minha
casa, minha família, minha cidade.
Esse meu funcionário tem
que resolver problemas, apresentar soluções sem desperdiçar tempo — e não ficar
criando confusão, fofoca e problemas que não existiam.
Afinal, tempo é dinheiro.
Não deveria importar, portanto,
se essa pessoa é branca, preta, vascaína, flamenguista, católica, evangélica,
espírita, homem, mulher, gay, enfim.
Me importa que essa
pessoa saiba usar bem o dinheiro público — que é o meu dinheiro, o seu e o de
todos nós.
Eu preciso ter
emprego, remuneração justa, comida barata, estrada boa, moradia, transporte, segurança
nas ruas, segurança no trânsito, respeito aos idosos e às mulheres, proteção e
escola boa para as crianças, atendimento médico, remédio barato, água, luz e
acesso à tecnologia.
E para isso, preciso
de uma economia que funcione — com indústria, comércio, serviço de qualidade,
estabilidade e impostos justos.
Pensando assim, de forma
objetiva e desapaixonada, fica um pouco menos complicado.